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Não se aprende inglês do zero

   Internet, timeline, mouse, check-in, feedback, backup, DVD…. Algumas palavras e expressões são tão usadas no dia a dia que nem nos damos conta de quanto o inglês está presente em nossas vidas.
   Se você não tem conhecimento pleno do idioma, aí vai uma péssima notícia: a tendência é que cada vez mais o inglês faça parte da vida dos brasileiros, já que é a língua mais falada no mundo!
   No mercado de trabalho, por exemplo, o domínio do inglês se tornou praticamente imprescindível. Pesquisas salariais mostram que uma pessoa que tem um segundo idioma ganha até 30% a mais que um profissional que domine apenas sua língua nativa.
   Por conta disso, muitos brasileiros têm buscado cursos de inglês tanto em solo nacional quanto no exterior, para solucionar essa lacuna. No mercado, há muitos profissionais que possuem curso de inglês, mas a maioria se enquadra no nível básico ou intermediário, ou seja, não possuem fluência no idioma.
   Por conta disso, hoje em dia há cursos especializados no ensino de inglês com curta duração, como é o caso da Wise Up, que, em 18 meses, prepara você para o mercado de trabalho e qualquer outra situação do dia a dia que exija o conhecimento da língua.

5 mitos sobre aprender inglês

   Na hora de aprender inglês, muitas pessoas já têm a dificuldade natural de dar o primeiro passo em busca do conhecimento do novo idioma, mas isso pode ficar ainda pior se você der ouvidos a “certos boatos”. Mesmo antes de encontrar uma boa escola de inglês, muitas pessoas já ficam com um pé atrás e, por isso mesmo, acabam criando bloqueios e usando desculpas para o mau desempenho ao longo do curso. Vamos desmistificar alguns deles!

5 mitos sobre aprender inglês : 

1º mito: Só é fluente quem mora no exterior

   Há muitas pessoas que jamais colocaram o pé fora do país e são tão (ou mais) fluentes quanto pessoas nascidas em países onde o inglês é a língua oficial. Isso porque o processo de aprendizado é individual e a evolução de cada pessoa dependerá muito do seu objetivo final com a língua – certificação de proficiência, aprovação em mestrado, viagem ao exterior – e da sua dedicação ao longo desse processo.

2º mito: Só devo começar a falar em inglês quando tiver mais conhecimento

   Engana-se quem pensa que para começar a arriscar no novo idioma primeiro será necessário possuir um vasto vocabulário. É preciso lembrar que durante o curso é o momento em que todo e qualquer tipo de erro é permitido e será corrigido. Por isso, o aluno deve aproveitar esse momento e ir colocando em prática aquilo que já aprendeu para, também, aprender coisas novas.

3º mito: É preciso aprender toda a gramática para se comunicar bem

   Se fosse assim, todas as pessoas que vivem no Brasil deveriam conhecer plenamente a gramática da nossa língua portuguesa! O importante é você saber como se comunicar no dia a dia e conseguir “se sair bem” nas mais diferentes situações. De nada adianta saber um monte de regras se você não souber como aplicá-las.

4 º mito: Aprender inglês é difícil e chato

   Para aprender inglês com mais facilidade e prazer, é preciso que o aprendizado e os conteúdos vistos façam parte da realidade de quem está aprendendo. Por exemplo, se o aluno gosta de música, ele pode – e deve! – utilizar esse recurso como ferramenta.

5º mito: Curso bom é curso longo

   Isso não quer dizer, também, que um curso de um final de semana ou duas semanas o transformará em alguém que fale fluentemente em inglês, mas, atualmente o mercado oferece cursos que se adequam às necessidades de cada aluno e com o seu objetivo.

A importância da educação profissionalizante

   Quando falamos sobre educação profissionalizante tratamos de cursos que, além de formar profissionais com conhecimento técnico, devem estar preocupados também com a formação do cidadão.
   O papel da educação é de grande importância para a sociedade, não só pela formação dos indivíduos que atuaram nesta sociedade, mas também pela inclusão daqueles que estão fora do processo produtivo do sistema social, ou seja, qualquer grupo de pessoas marginalizadas, como desempregados e pessoas que não tem acesso a saúde, lazer e outros componentes da cidadania. A educação deve ser um dos principais meios para a realização do que chamamos de inclusão social, que é a inserção dos indivíduos marginalizados no contexto social.
   Vários órgãos governamentais têm se preocupado com o aumento das populações marginalizadas, principalmente nos países subdesenvolvidos. Nesse sentido, a educação profissionalizante se torna de extrema importância, pois os países em desenvolvimento necessitam de pessoas preparadas para um mercado de trabalho num mundo globalizado.
   De acordo com Oliveira (2005), o Banco Mundial há mais de duas décadas vem se preocupando com o ensino profissionalizante.“A preocupação do Banco Mundial com a educação profissionalizante justifica-se, dentre outros fatores, pela necessidade das economias em desenvolvimento disporem de uma mão de obra flexível, capaz de adequar-se às mudanças ocorridas no mundo do trabalho. Para o Banco Mundial, o investimento na qualificação dos trabalhadores é tão necessário quanto o maior investimento de capitais em áreas fundamentais ao desenvolvimento econômico” (Oliveira, 2005).
   Com relação ao aspecto técnico, a educação profissionalizante deve se preocupar com um momento de mudanças em todos os campos da sociedade, há que se pensar na educação mais contextualizada possível (Grinspun, 2001).
   Segundo Ortiz apud Grinspun (2001), ao discutir a questão da mundialização e cultura, afirma que as inovações tecnológicas têm uma influência capital na mundialização da cultura, formando a infraestrutura para que ela se consolide.
   Conforme Grinspun (2001, p.30):“Modernidade significa um desafio em que se aponta para o futuro com suas novas propostas, onde a educação se faz presente não como antes, mas sim como a mediação nesse novo tempo. A utilização das tecnologias com sua dimensão interativa mostra que a educação tem de mudar para que o indivíduo não venha sofrer com lacunas que deixaram de ser preenchidas porque a educação só estava preocupada com um currículo rígido voltado para saberes e conhecimentos aprovados por um programa oficial”.
   O aluno de um curso profissionalizante deve estar preparado para lidar com a realidade de uma sociedade desenvolvida tecnologicamente, ou seja, as inovações tecnológicas devem fazer parte de sua formação.
   Os cursos técnicos presentes em todo o território brasileiro busca suprir uma demanda por mão de obra qualificada e certificada, uma vez muitas instituições hoje trabalham respeitando selos de certificações internacionais, que requerem métodos e trabalhadores com certificados profissionais. A importância dos cursos técnicos é ressaltada uma vez que educação superior segue hoje acordos internacionais objetivando a produção de mercadorias para a circulação de produtos dos países centrais aos periféricos. 
   A importação de modelos pelos países periféricos é imprescindíveis para futuros acordos comerciais. Os países centrais pretendem exportar conhecimento escolar, como ocorre hoje com as patentes. Essa ofensiva, tem como meta concretizar um mercado educacional fundamentado na a heteronomia cultural. Mas o pré-requisito é converter, no plano do imaginário social, a educação da esfera do direito para a esfera do mercado, por isso o uso de um léxico empresarial: excelência, eficiência, gestão por objetivos, clientes e usuários, empreendedorismo, produtividade, profissionalização por competências. Outro consenso construído nos últimos anos é o da obsolescência da produção do conhecimento criando outros valores não só no que tange ao comportamento das instituições em relação à pesquisa, mas definindo outras concepções pedagógicas que atingem a relação professor/aluno/conhecimento/formação (Rodrigues, 2013).
   Nesse cenário a educação técnica ganha destaque por criar um profissional destinado a necessidade do mercado interno, conhecendo melhor a realidade local da empresa que o emprega, isso faz com que o profissional técnico seja cada vez mais procurado.

 

 

A importância do curso de informática

   Ter os conhecimentos básicos em informática é fundamental para qualquer um, já que a tecnologia está intrinsecamente em nosso dia-a-dia. Hoje, é possível fazer quase tudo através de um computador e, quem não sabe nem como acessar a internet – porque, acredite, tem gente que ainda não sabe – com certeza ficará para trás.
   O curso básico de informática ainda é o mais procurado atualmente e as escolas de cursos profissionalizantes ainda investem pesado nessa área. Conhecer o computador e seu sistema operacional, desde ligar e criar pastas na área de trabalho até às funções um pouco mais complexas; aprender a digitar de forma correta e, aos poucos, de forma mais ágil; acessar a internet; conhecer e utilizar alguns programas do pacote Office (Word, Power Point, Excel), esses são alguns dos assuntos que são abordados num curso de informática básica e são, sem dúvidas, de extrema importância para dar o pontapé inicial nesse universo da informação e tecnologia.
   Um curso básico de informática varia de 50 a 100 reais, mas existem instituições aliadas com o governo e/ou prefeitura que oferecem esses cursos de informática totalmente gratuitos. Vale a pena procurar onde são oferecidos cursos gratuitos em sua cidade ou até mesmo investir nas escolas particulares de cursos profissionalizantes.
   A importância do curso de informática está relacionada principalmente com a necessidade que o mercado de trabalho tem de pessoas que saibam como manusear um computador e suas funções. O fato é que muita gente sabe como manusear um computador, já que segundo uma pesquisa feita pelo Ibope em dezembro de 2012, existem 94,2 milhões de pessoas com acesso à rede mundial de computadores no Brasil e, por existir tanta gente assim é que o mercado está carente de profissionais que saibam mais que os demais. Ou seja, saber mais, nunca é demais!

 

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